Reuniã
o de Meio de Ano
San Salvador, Marzo 21-24
El Salvador


Relatórios Pais-por-Pais
Argentina Aruba Bolivia Brasil Canada Caribe
Chile Colombia Costa Rica Cuba Ecuador El Salvador
USA Guatemala Haiti Honduras Mexico Nicaragua
Panama Paraguai Peru Porto Rico R. Dominicana Uruguai
Venezuela          

PANAMA

Apesar da existência da liberdade de expressão, preocupa o fato de que os três governos democráticos posteriores à ditadura militar não tenham demonstrado vontade política suficiente para derrogar todas as leis restritivas à liberdade de imprensa e de controle dos meios de comunicação que se encontram atualmente vigentes. A legislação nessa área é abundante. Existem inúmeras leis específicas e diferentes códigos que contêm todo tipo de disposições, que atacam de maneira direta a liberdade de expressão em aberta violação à Convenção Americana de Direitos Humanos.
Continuam sendo questionadas as restrições impostas pela regulamentação, ditada em maio passado pela presidente Mireya Moscoso, para a Lei de Transparência que permite o acesso à informação pública para todos os cidadãos. A lei não tem sido utilizada como uma ferramenta eficiente para que os cidadãos tenham acesso às informações oficiais.
O Supremo Tribunal de Justiça ainda não se pronunciou sobre a legalidade da regulamentação do Executivo, após várias queixas de inconstitucionalidade apresentadas por organizações jornalísticas e pelo escritório do Defensor Público.
O Sindicato dos Jornalistas e alguns organismos coligados prepararam um anteprojeto de lei, patrocinado por um grupo de legisladores, para a restauração do regime de idoneidade e das condições para o exercício do jornalismo. O projeto não teve consenso e a presidente Mireya Moscoso não o sancionou. Existem atualmente vários processos por calúnia e injúria e por delitos contra a honra contra vários jornalistas. Deve-se destacar um processo por calúnia e injúria movido pelo procurador-geral do país contra o diretor do jornal La Prensa, Winston Robles.
Embora o juiz tenha determinado que não existiam provas contra Robles, motivo pelo qual ordenou o arquivamento do expediente e instruiu a suspensão definitiva, o promotor subordinado ao procurador apresentou um recurso à decisão, e como conseqüência o caso passará a uma instância superior.


Perguntas ou Comentários? escreva-nos

© 1999 Sociedade Interamericana de Imprensa. Todos os direitos reservados.

 

 Relatórios e Resoluções


Reunión de Medio Año
República Dominicana
Casa de Campo
Marzo 15 al 19, 2002


 Selecione um Ano
  1999