Reunión de Medio Año





 

 

61ª Asamblea General
The Westin Hotel
Indianápolis, Indiana
7 al 11 de octubre de 2005


Informes por país

Argentina Aruba Bolivia Brasil Canadá Caribe
Chile Colombia Costa Rica Cuba Ecuador El Salvador
Estados Unidos Guatemala Haití  Honduras  México  Nicaragua
Panamá Paraguay Perú Puerto Rico R. Dominicana Uruguay
Venezuela          

Mexico

CONSIDERANDO

que há mais de dez meses o governo do estado de Oaxaca permitiu que um grupo de pessoas invadisse o edifício de las Bodegas administrado pelo jornal Noticias, de Oaxaca, e que até a data nem o desalojaram nem o devolveram ao jornal

CONSIDERANDO

que posteriormente o governo federal iniciou perseguição ao jornal, retirou os anúncios oficiais, pressionou os anunciantes para que também retirassem seus anúncios, perseguiu os porta-vozes e, finalmente, tolerou e talvez até mesmo tenha incentivado que um sindicato da CROC fizesse uma greve no jornal, que não foi solucionada pelas autoridades trabalhistas, apesar de ter ficado demonstrado que não contam com o apoio da maioria dos trabalhadores do Noticias

CONSIDERANDO

que por causa de uma solicitação da SIP, tanto o presidente da República como o governador do Estado aceitaram intervir para resolver tal greve e que ambos chamaram as partes em disputa para tentar uma conciliação, mas as negociações foram suspensas há dois meses e não foram retomadas. O jornal continua em greve, está sendo impresso fora do estado e circula com dificuldades

A ASSEMBLÉIA GERAL DA SIP DECIDE

condenar as manobras oficiais e sindicais que têm perseguido o jornal Noticias de Oaxaca, espoliando seus depósitos de suprimentos e dificultando a elaboração e a circulação do jornal, com o que viola-se o direito de informação e de imprensa não somente do jornal mas também dos leitores

exigir do presidente de México e do governador de Oaxaca que sejam retomadas as negociações, inexplicavelmente suspensas, convocadas por eles para a solução da greve

solicitar às autoridades de Oaxaca que se indenize o Noticias pelos danos financeiros causados pela ocupação de seus depósitos, pela greve trabalhista e pelo atraso na resolução e pela campanha de hostilização a seu pessoal e distribuidores.