Reunión de Medio Año





 

 

61ª Asamblea General
The Westin Hotel
Indianápolis, Indiana
7 al 11 de octubre de 2005


Informes por país

Argentina Aruba Bolivia Brasil Canadá Caribe
Chile Colombia Costa Rica Cuba Ecuador El Salvador
Estados Unidos Guatemala Haití  Honduras  México  Nicaragua
Panamá Paraguay Perú Puerto Rico R. Dominicana Uruguay
Venezuela          

Venezuela

CONSIDERANDO

que a aprovação de leis de grande amplitude para regular as informações e impedir a liberdade de expressão e de imprensa, que poderiam violentar os princípios constitucionais e consagram a figura do desacato e o delito de opinião  

CONSIDERANDO

que as leis, normas e métodos aplicadas pelo governo implicam em riscos para o exercício da liberdade de expressão pelos meios de comunicação para aqueles que exercem a profissão

CONSIDERANDO

que tem se acentuado o assédio do governo contra jornalistas e meios de comunicação por expressar suas idéias, destacando-se os casos de Patricia Poleo, Tulio Alvarez, Ibeyise Pacheco, Marianella Salazar, além dos ataques, ameaças e processos criminais e civis contra meios impressos como o El Universal, El Impulso, El Correo del Caroní, La Razón, El Nacional, Diario 2001, como medida de coerção para que mudem suas linhas editoriais e favoreçam o governo

CONSIDERANDO

que as pressões se multiplicam contra os meios de rádio e televisão, com multas descomunais e injustificadas, e também contra os jornalistas Martha Colomina, Napoleón Bravo, José Domingo Blanco e o advogado Asdrúbal Aguiar, entre outros.

CONSIDERANDO

que o princípio 1 da Declaração de Chapultepec prevê: “Não há pessoas nem sociedades livres sem liberdade de expressão e de imprensa. O exercício desta não é uma concessão das autoridades; é um direito inalienável do povo”

 

A ASSEMBLÉIA GERAL DA SIP RESOLVE

Repudiar a conduta autoritária do governo venezuelano voltada a reprimir as liberdades democráticas, que deteriora o Estado de Direito e por essa via restringe seriamente a liberdade de expressão

insistir perante a Corte Interamericana de Direitos Humanos e sua Relatoria para a Liberdade de Expressão, para que mantenham uma permanente vigilância para que o governo da Venezuela cumpra seus deveres isntitucionais e democráticos.